1º Congresso Lusófono sobre Esoterismo Ocidental
LISBOA | 7 a 10 de Maio de 2016

Simpósios Temáticos

Arte e Esoterismo Ocidental – Grupo A: Artes Visuais

Coordenação: Teresa Lousa (UL)

A arte constitui, tal como muitas outras áreas do saber, um veículo de expressão e de comunicação de conhecimentos interiores, sendo considerada pela Gnosis uma das quatro colunas do conhecimento, em conjunto com a Ciência, a Filosofia e a Religião. Podemos encontrar, da Antiguidade à Contemporaneidade, em templos, pinturas, esculturas, na música e também na literatura e poesia, muitos testemunhos de como os artistas plasmaram, numa linguagem metafórica, intuições de uma ciência tendencialmente dialética.
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Arte e Esoterismo Ocidental – Grupo B: Poesia, Cinema, Animação, Música e Simbólica

Coordenação: Teresa Lousa (UL)

A arte constitui, tal como muitas outras áreas do saber, um veículo de expressão e de comunicação de conhecimentos interiores, sendo considerada pela Gnosis uma das quatro colunas do conhecimento, em conjunto com a Ciência, a Filosofia e a Religião. Podemos encontrar, da Antiguidade à Contemporaneidade, em templos, pinturas, esculturas, na música e também na literatura e poesia, muitos testemunhos de como os artistas plasmaram, numa linguagem metafórica, intuições de uma ciência tendencialmente dialética.
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Esoterismo, Religiões Místico-esotéricas e Ciência

Coordenação: Magnólia Gibson C. da Silva (UFPB), Maria do Socorro Sousa (UFPB) e Kelly E. Hayes (IU-PUI)

Nos últimos cinquenta anos têm-se tornando cada vez mais evidente o crescimento, a diversificação e a difusão de estudos e práticas místico-esotéricas nas mais diferentes camadas da população urbana ocidental. O que chama a atenção dos estudiosos é que os reflexos destas práticas e destes estudos, não se restringem aos estreitos limites da individualidade.
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Estética, simbólica e esoterismo

Coordenação: Francisco de Assis Vale Cavalcante (UFPB), José Carlos de Abreu Amorim (UFPB) e Suelma de Souza Moraes (UFPB)

As manifestações simbólicas e imagéticas que têm um amplo uso no ocidente e ao mesmo tempo foram rejeitadas, utilizam-se de uma larga morfologia, símbolos, sintemas, signos, ícones, emblemas, os mesmos fornecem significação para a construção da realidade que o homem apreende a partir do século XV. Haja vista, que há uma ampla divulgação de tratados alquímicos, cabalistas, herméticos, movimento este que alcança no século XVIII uma barreira impávida do racionalismo.
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Estudos Junguianos: O Homem moderno em busca da Alma

Coordenação: Constança Bettencourt (NPEJ)

Na aurora do séc. XX a jovem Psicologia médica foi ganhando um corpo de prática clínica que lhe permitiu simultaneamente focar-se na psique e destacar-se das áreas irmãs como Religião e Filosofia às quais tinha estado ligada. Com a delimitação de campos de saber cada vez mais específicos, a Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung cartografava o âmago humano…
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Franco-maçonaria e Esoterismo

Coordenação: António Pires Ventura (UL)

Um sistema de ritos nos quais, através da alegoria e do símbolo se procura proporcionar ao iniciado a Iluminação e uma irmandade de filósofos-construtores – este é o ideal da maçonaria que influenciou diversos desenvolvimentos científicos, culturais, políticos e sociais até aos dias de hoje.
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“Gnosis”: Cristianismo gnóstico; Hermetismo e Neoplatonismo: as Raízes do Esoterismo na Antiguidade

Coordenação: Paulo Borges (UL) e Manuela Gomes (ULHT)

De acordo com Faivre, as tradições esotéricas do Ocidente têm as suas origens em diferentes formas de filosofia helénica, em particular o Gnosticismo, Hermetismo e Neoplatonismo, os quais por sua vez deixaram traços vitais nas três religiões abraâmicas . Estas correntes e as suas ciências tradicionais (alquimia, magia e astrologia)…
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Hermetismo, Pitagorismo e Platonismo como forças motrizes do Renascimento e da Ciência Moderna

Coordenação: José Manuel Anacleto (UL)

O Hermetismo, o Pitagorismo e o Platonismo – parentes próximos e, em muitos casos, indestrinçáveis – ressurgiram em força na Europa na primeira metade do século XV e constituíram forças iniciadoras ou deveras influentes do Renascimento e (por estranho que a muitos possa parecer) do nascimento da Ciência Moderna.
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Nas raízes do esoterismo ocidental: o laboratório grego

Coordenação: Paulo Loução (IIH)

Como dizia Fernando Pessoa a Grécia está no extremo da Ásia, ou seja, realizou uma sínteses dos conhecimentos vindos do Oriente e do Egipto. Nas grandes culturas de Creta e de Micenas evidencia-se essa síntese que viria a inspirar o mundo clássico, onde está latente um esoterismo nas correntes órficas, pitagóricas e platónicas.
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New Age e o Esoterismo Ocidental

Coordenação: Alexandre Honrado (ULHT)

A New Age é uma corrente variegada do esoterismo contemporâneo que se espalhou supõe-se que a partir da Califórnia, nos Estados Unidos, mas tem raízes em diversas correntes.
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Raízes e Horizontes do Gnosticismo Português

Coordenação: Renato Epifânio (IFLB), Joaquim Pinto (US) e Rodrigo Sobral Cunha (IADE)

Procuraremos, neste painel, trazer à luz algumas das raízes do gnosticismo português, verificando em que medida estas se desenvolveram em alguns dos pensadores mais importantes do século XX em Portugal.
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Rosacruz, Teosofia Cristã e Ciências Arcanas

Coordenação: Gabriel Mateus (ULHT), Rui Lomelino de Freitas (ULHT), Francisco de Mendonça Jr. (UNASUR) e Juan Pablo Bubello (UBA / UNASUR)

A Theosophia cristã, que emerge no Renascimento, em contraposição ao dogmatismo teológico, procurou unir a via religiosa com a via científica, assumindo-se como Religião do Pensamento, da que falaria Giordano Bruno ao descrever o hermetismo. Foi neste contexto que se desenvolveu a astrologia, a alquimia, as ciências médicas, a magia e o estudo da natureza, profundamente influenciados pelo trabalho de Paracelso.
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Teosofia Antiga e Moderna

Coordenação: Ricardo Lindemann (UnB / UFJF)

O Simpósio/Painel Temático sobre Teosofia Antiga e Moderna tem por objetivo apresentar pesquisa opcional em três subdivisões de área temática: (i) A Teosofia Antiga ocidental, conforme sua origem grega possivelmente remota em Pitágoras e Platão, ou mais recente no Neoplatonismo Alexandrino (Século III dC, significando literalmente “Sabedoria Divina”) a partir de Amônio Sacas, Plotino, Jâmbico, Proclo…
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Versão final
Actualizado: 22-Abr-2016